terça-feira, 29 de setembro de 2009

Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação


Resumo do Texto - Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação

Autor: Vani Moreira Kenski

A necessidade de expressar sentimentos e opiniões e de registrar experiências e direitos nos acompanha desde tempos remotos. Para viabilizar a comunicação entre seus semelhantes, o homem criou um tipo especial de tecnologia, a "tecnologia de inteligência". A base da da tecnologia de inteligência é imaterial, ou seja, ela não existe como máquina, mas como linguagem.

O processo de produção industrial da informação trouxe uma nova realidade para o uso das tecnologias da inteligência. Surgiram profissões que tem como foco de ação a comunicação de informação e o oferecimento de entretenimento.

O avanço tecnológico das ultimas decadas garantiu novas formas de uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para a produção e propagação de informações, a interação e a comunicação em tempo real, ou seja, no momento em que o fato acontece.

A mais antiga forma de expressão, a linguagem oral, é uma construção particular de cada agrupamento humano. Por meio de signos comuns de voz, que eram compreendidos pelos membros de um mesmo grupo, as pessoas se comunicavam e aprendiam. A fala possibilitou o estabelecimento de diálogos, a transmissão de informações, avisos e notícias.

O uso da escrita como tecnologia de comunicação surgem quando os homens deixam de ser nômades e passam a ocupar de forma mais permanente um determinado espaço, onde praticam a agricultura.

A tecnologia da escrita, interiorizada como comportamento humano, interage com o pensamento, libertando-o da obrigatoriedade de memorização permanente. Torna-se, assim, ferramenta para a ampliação da memória e para a comunicação. Em seu uso social, como tecnologia de informação e comunicação, os fatos da vida cotidiana são contados em biografias, diários, agendas, textos e redações.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Fantoches de Meia

" Não se pede ao contador um pedaço da vida cotidiana, mas um GRANDE pedaço de sonho..." Henri Verneuil

Brincando com fantoches as crianças expressam-se livremente e revelam muito daquilo que sentem sobre os relacionamentos que estão vivendo, dentro e fora do ambiente familiar.



Fantoches com Meias

É preciso:
*meias ou peúgas velhas
*cartolinas de cores variadas (bocados pequenos)
*lãs de cores variadas
*tesouraMuito cuidado com a tesoura! É melhor um adulto estar por perto.
*cola forte ou cola de isopor

Como fazer:
1 - Escolhe uma meia com a cor ou padrão que aches indicados.padrão - desenho que se repete num tecido, num papel ou numa superfície.


2 - Recorta, em cartolina:- duas meias-luas encarnadas para a boca;- uma linguinha cor-de-rosa;- uma bolinha ou um triângulo cor-de-rosa para o nariz;- duas bolinhas azuis ou castanhas para os olhos;- duas meias-luas para as orelhas;


boca nariz olhos orelhas

3 - Enfia a mão e experimenta-a, para teres uma ideia das medidas daquilo que vais colar.



4 - Cola todos estes elementos nos locais certos com muito cuidado, para a cola não passar (e colar o que não deve).

5 - Completa a tua menina colando fios de lã para fazer o cabelo.Cola-os de baixo para cima. Se quiseres, apara-o com a tesoura. Podes também apanhar-lhe o cabelo com um laço, fazer-lhe uma ou duas tranças e pode ter ou não franja.


Pronto, agora arranja-lhe um amigo para conversarem os dois!
NOTA:·Para proteger a meia durante as colagens, arranja dois pedaços de cartão com a forma da meia para lhe enfiares dentro. É para a cola não passar.

VARIANTES:

A menina pode ficar muito simples, só com boca, olhos e cabelo, ou podes juntar mais elementos:
*uns dentes espetados: cola-lhe na boca dois quadradinhos de cartolina branca;
*cola um lacinho ao pescoço, usando um laço de embrulhos, um de tecido, ou faz um em cartolina com dois triângulos pequenos;
*arranja-lhe uns óculos: recorta-os em cartolina numa cor à tua escolha, ou molda-os em arame fininho.








http://plimplimhistorias.blogspot.com/2009/02/vamos-fazer-um-fantoche-de-meia.html

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A Atuação do Professor Moderno



“Já vai longe o tempo – felizmente para a humanidade – em que o professor , e especialmente o professor primário, se deixava reduzir a uma simples expressão automática de livro oral, repetindo monotonamente conceitos e informações muitas vezes de veracidade duvidosa, para que os alunos passivamente os acumulassem no cérebro, num esforço de memória que lhes anulava as faculdades propriamente criadoras.(...) A função do professor deixou de ser apenas dentro do ambiente da escola, exteriorizou-se e amplificou-se. Invadiu todos os recantos em que se desenvolve a vida, porque está conscientemente integralmente participando dela: não é mais uma função à parte, como nos velhos tempos em que a rotina, desinteressada pelas suas conseqüências, campeava solta, comprometendo o futuro do mundo, sem o freio da responsabilidade.O professor tem de estar em toda a parte, surpreendendo o giro das intenções e o movimento do espírito da época.Ao mesmo tempo, sua atuação deve alcançar os mais variados pontos, servindo-se , para isso, dos mais vários caminhos."Cecília Meireles. Melhores Crônicas . Editora Global. p.277-278




Como utilizar as tecnologias na escola - José Manuel Mouran


O educador precisa aprender a equilibrar processos de organização e de "provocação" na sala de aula. Uma dimensão fundamental do ato de ensinar é ajudar a encontrar uma lógica dentro do caos de informações que temos, organizá-las numa síntese coerente, mesmo que momentânea, compreendê-las.
A matéria prima da aprendizagem é a informação organizada, significativa: a informação transformada em conhecimento. A escola pesquisa a informação pronta, já consolidada e a informação em movimento, em transformação, que vai surgindo da interação, de novos fatos, experiências, práticas, contextos.
Os alunos gostam de se comunicar pela internet. A escola, com as redes eletrônicas, abre-se para o mundo; o aluno e o professor se expõem, divulgam seus projetos e pesquisas, são avaliados por terceiros, positiva e negativamente. A escola contribui para divulgar as melhores práticas, ajudando outras escolas a encontrar seus caminhos. A divulgação hoje faz com que o conhecimento compartilhado acelere as mudanças necessárias e agilize as trocas entre alunos, professores, instituições. A escola sai do seu casulo, do seu mundinho e se torna uma instituição onde a comunidade pode aprender contínua e flexivelmente.

Texto na íntegra:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/utilizar.htm